15 de dezembro de 2013

Resenha - Inferno

Não, eu sei que não tem desculpas, hahaha. Então vamos logo a resenha do f*ckin livro do Dan Brown <3

 “Ó, vós que entrais, abandonai toda a esperança...”                                                                                                                  - Dante Alighieri  

Eu poderia terminar essa resenha aqui e só te dizer pra ler Inferno porque você não vai se arrepender, acredite em mim. Como primeiro motivo eu digo que o autor é o incrível Dan Brown, que com certeza você já conhece, já que ele também é autor de outros livros maravilhosos como O Código da Vinci, Anjos e Demônios, Símbolo Perdido, etc etc etc... Tá. Mas Fernanda, nem todo autor tem todos os livros bons! Sim, eu sei, mas Inferno não é um desses e é um livro que você DEVE ler! Eu sei que assustei uma ou outra pessoa no ônibus com um livro com ‘INFERNO’ escrito bem grande na capa (Uma mulher fez o sinal da cruz do meu lado, acredita? --“), mas cada uma dessas pessoas valeu a pena, porque enquanto eles ficaram me julgando, eu estava me embrenhando, me afogando, ganhando muito muito muito conhecimento de arte italiana, principalmente da obra de arte que é A Divina Comédia, que inspirou tantos outros artistas depois de Dante.

Sobre o livro então, né. Mais uma vez acompanhamos Robert Langdon em uma aventura. Para quem nunca leu, Langdon é um professor universitário e especialista em símbolos e, por causa disso, geralmente ele é chamado para resolver diversos problemas que os levam a problemas maiores ainda. Em Inferno, Robert acorda sem memória em um hospital e com uma charmosa médica ao seu lado, mas logo as coisas começam a dar errado para ele, quando uma mulher invade o hospital, mata o outro médico que estava junto e tenta atirar nele, que é salvo pela charmosa médica, Sienna.

Do outro lado da história, somos apresentados a uma espécie de “empresa invisível”, que pode ser contratada por milionários e outras grandes empresas, tudo por baixo dos panos, para que eles os ajudem com diversos fins... E então conhecemos um cientista com ideias “inovadoras” sobre o mundo. Essa parte é real: Nossa população está se multiplicando cada dia mais e, como aprendemos em biologia, quando uma espécie se multiplica sem parar, acaba causando sua própria extinção. É amigos, nós, humanos, estamos indo para um caminho sem volta. Este cientista, pensando nisso, desenvolveu uma solução para este “pequeno problema”, e essa solução eu não posso falar porque acho que seria spoiler, rs.

Então nos envolvemos em uma história com narrativa ágil, cheia de conhecimento, muito descritiva e nada cansativa (acredite, eu odeio narrativas descritivas!). Este cientista, um estudioso e obcecado por Dante, deixa pistas ligadas pela Itália que levam Langdon e Sienna a uma grande aventura, em busca da tal “solução” que ele deu para a superlotação do mundo, e pela busca da sua memória de volta. E tudo acontece em apenas um dia!

O fato de Robert estar sem memória é extremamente importante para o livro e, conforme a história vai passando, situações até mesmo bem engraças acontecem por conta dessa amnésia. Porém, é claro que tudo se torna ainda mais complicado por isso, já que Langdon, pelo que o próprio vai percebendo, já havia passado por diversas coisas que está fazendo de novo para desvendar o mistério.

Quando falo de Dan Brown, é complicado descrever uma história, pois é tudo muito interligado... Mas posso garantir que todos os pontos se fecham no fim, sem pontas soltas para deixar dúvidas sobre algo. Reviravoltas das mais absurdas, que te fazem voltar páginas e ver que tudo fazia sentido, e só você não percebeu... Dan Brown é um gênio!
Se ainda não conhece o autor, recomendo totalmente a leitura. Principalmente se, como eu, tiver uma paixãozinha pela Itália, hahahaha. Além da história maravilhosa, somos apresentados a grandes obras de arte... Mas eu já falei disso, né? =) Espero que vocês tenham gostado e que procurem Inferno para uma das próximas leituras ;)

Beijos

14 de novembro de 2013

Top 5 - Animações Favoritas

Olá pessoas!
Eu sou muito apaixonada por desenhos animados (Oi, Disney!), fui criada assistindo a todas as princesas possíveis e nem por isso sou uma submissa, blá blá blá, como dizem algumas feministas extremistas por aí (mas isso é assunto para oooutro blog!), então sempre tive muito amor pelas animações e, com o tempo, fui abrindo mais os olhos e vendo outras coisas que não PRINCESAS, rs. E aqui estão as animações que eu assisto até hoje (e algumas que conheci há não muito tempo) que eu mais gosto!

1. A Bela e a Fera
Gente, amor demais esse desenho! Sempre odiei o Gaston por derrubar o livro da Bela naquela cena do início, nossa... Como um típico desenho da Disney, cheio de músicas fofas, personagens carismáticos e uma história lindinha que te faz sonhar um pouco. Quem não queria ter uma caneca como o Zip? (obs: eu tive, mas perdi em uma mudança #mimimi).


2. Meu Malvado Favorito
Esse eu não posso dizer que fez parte da minha infância mas, mesmo já velha, me apaixonei pelo desenho *-* demorei demais a assistir e agora, se possível, eu vejo o tempo todo! Gente, MINIONS são amor demais <3 Como não ser viciada neles, nas "bananas", "bundas" e "torpedos"? *---* aoeiuaeoiaueoiaeuoiaue.


3. Mulan
Tá nesse desenho a grande prova de que nem toda princesa é indefesa! Ok, a Mulan não é uma princesa, mas ainda é uma mocinha do desenho e mostrou que é muito mais forte do que muito marmanjo por aí! Sempre achei essa animação o máximo, e para mim as músicas dele são as mais perfeitas de toooodas! Mulan é um exemplo a ser seguido... Não que eu vá me disfarçar de homem e ir para uma guerra, mas você entendeu, certo? ;)


4. Enrolados
Esse eu esperei... Esperei... Espereeeeeei para sair por muito tempo e, quando finalmente saiu, perdi o interesse de ver! Eu lembro que trabalhava no cinema na época e não me interessei em dar nem uma espiadinha çç. Nunca me arrependi tanto de alguma coisa! Acabei assistindo uma dessas peças para criança no shopping, baseada na história do desenho e tive que assistir logo depois... Para variar: Me apaixonei! O desenho, já com toda a tecnologia de hoje, é ainda mais bonito que os outros. A Rapunzel é DEMAIS e o seu "príncipe", que fofo <3.



5. Aladdin
"A noite da Aráaaaaaabiaaaa, e o dia tambéeeeeem... "(8) Essa é a primeira coisa que vem na minha cabeça quando penso em Aladdin, hahaha. O início da animação sempre me deu arrepios (confesso que, até hoje, ver aquele andarilho sendo soterrado pela areia me causa falta de ar.). Pra mim, Jasmin também é outro exemplo de princesa, já que foi contra tudo que todos diziam que era bom e melhor para ela e seguiu o seu próprio sonho. Mais um desenho com músicas lindas :}



Aaaah... Não quero parar! Por mim continuava essa lista por mais uns 15 desenhos, mas top 5 é top 5 né... Agora me diz você, qual a sua animação favorita? :)

Beijo!

9 de novembro de 2013

Resenha - Os Adoráveis

Olá, coisas lindas <3

A leitura de adoráveis foi bem cheia de extremos para mim. No início, eu achei a ideia do livro bem legal, a sinopse me atraiu e me parecia mais um romancezinho bobo e engraçado, com personagens simpáticos para ler e me distrair. Porém, o livro que chegou na minha casa tinha 381 páginas e, além de tudo, era pesado! Eu não esperava isso de cara, mas comecei a leitura ainda assim empolgada!

Daí tudo foi pelos ares. Jeane é uma blogueira suuuuuper conceituada na internet, ganha muito dinheiro com isso e tem apenas 17 anos. Já mora sozinha em Londres, enquanto os pais e a irmã mais velha moram em outros países. Seu blog, o Adorkable, dita a moda dos “Dorks”, que meios que são o que vemos hoje como geeks e nerds, só que Jeane se veste de uma forma bem bizarra, coisa tipo meia calça laranja, casaco roxo de gatinhos e, sei lá... Saia pregada verde florescente! Além do cabelo que muda constantemente de cor. E, COMPLETAMENTE irritante, grossa e estúpida. Se acha superior e não fala com ninguém do seu colégio além de Barney, seu namorado bobão e sem sal.

Enquanto isso, do outro lado da história, temos Michael Lee, um garoto meio oriental, fofo, e daqueles que a gente odeia porque sabe fazer de TUDO. Inteligente, esportivo, bonito, engraçado, popular e se veste bem. Tá né. O garoto é realmente perfeito, além de namorar também com a senhorita perfeição: Scarlet.

A história se inicia com Michael desconfiando que Scarlet e Barney estão tendo um caso e –isso não é spoiler!- eles estão mesmo. Bom, tecnicamente eles não se beijaram, mas os dois se gostam e com isso os respectivos namoros acabam. Então, como você deve imaginar, Jeane e Michael acabam se aproximando aos poucos e eu não vou falar como, porque é um pouco divertido de se ler, rs.

O livro tem uma mensagem bem interessante sobre como nós somos levados pelo que os outros pensam, seja considerando isso ou não. É curioso ver como a Jeane quer sempre estar destacada de todo mundo, ser diferente e não dá a mínima para a moda dos outros, ela acredita que seus 2398479 de seguidores estarão lá por ela e que estes são os verdadeiros amigos. Mas aí é que está algo que foi forte pra mim no livro, acabamos todos sendo meio solitários com essa questão online. Os amigos deixam de estar fisicamente próximos para matar a saudade pelo Facebook, Twitter, Whatsapp... É meio triste se pararmos pra pensar nisso. E, quando percebi esse olhar, foi que comecei a gostar da Jeane.

Assim como o Michael. O lado dele não teve muitos ensinamentos pra mim, apenas de que devemos estar mais abertos as diferenças e sabermos quem somos, sem querer estar e ser tudo ao mesmo tempo! É uma narrativa bem divertida e dinâmica, isso eu posso garantir, ri um bocado da metade do livro pro fim e realmente tinha vontade de ler mais e mais quando meus pontos de ônibus chegavam. #mimimi

Adorei os tons da capa, mas detestei o fato de terem rostos dos personagens ali, me impedindo de imaginar qualquer coisa! Fiquei exatamente com a cara dos modelos na cabeça durante toda a leitura. Isso seeeeempre me chateia! Então, assim, eu recomendo sim o livro, pois é divertido e te passa uma lição sobre o mundo atual em que vivemos, mas ao mesmo tempo ele demora a nos envolver e acaba frustrando um pouco.

Beijos

27 de outubro de 2013

Resenha - Bruxos e Bruxas

Era um sonho pra mim ler James Patterson, sério mesmo. Eu via que ele sempre escrevia livros incríveis de suspense, mas como essa nunca foi a minha praia, acabei nunca lendo. Bruxos e Bruxas foi meu primeiro contato com a escrita dele e não me decepcionei nem um pouco, porém, também não foi aquele choque de “omg, o que eu estava pensando?!”. Mas o que importa é que gostei, certo? rs.

Pra começar, minha expectativa era ENORME –talvez por isso a decepção de leve-, já que a Novo Conceito fez um dos melhores trabalhos de divulgação que eu já vi com o livro! Claro, após várias cartas chegando em casa, cartazes de procurados e a página da Novo Conceito “hackeada” deu pra sacar o que era. E isso me deixou ainda mais ansiosa pela leitura do livro e por ele chegar na minha casinha <3 Quando chegou, não demorei a ler! Apesar de ter gostado demais, não foi tudo que eu esperava no fim.

Bom, Bruxos e Bruxas é narrado por Wisty e Whit, dois irmãos, ela com 15 e ele com 17 anos, que tem sua vida virada de ponta cabeça, por conta de uma acusação de bruxaria! Os dois, que nunca tinham ouvido falar de nada disso, são presos em casa e seus pais são levados também –sabe-se lá Deus para onde-, deixando-os sozinhos em uma prisão.

Claro que acabamos descobrindo que os dois são sim bruxos e que podem fazer coisas inimagináveis. Wisty é quem tem mais destaque nesse início da história, se mostrando extremamente poderosa, mesmo que um pouco descontrolada. Whit, o irmão mais velho, não tem tanto foco assim, mas de qualquer forma também se mostra poderoso e uma graça. Rá.

Agora, nem tudo foram flores no livro. Os capítulos curtos demais - alguns com apenas uma (ou meia) página – era algo que me incomodava um pouco. Apesar de gostar de capítulos curtos, para não ter que parar a leitura de repente no meio de uma ação, esses eram curtos DEMAIS e atrapalhavam um pouco, já que vários eram desnecessários. Aos 15 anos, achei Wisty infantil, falando coisas demais e que podiam acabar trazendo problemas para eles!

Conhecemos vários personagens durante a história, mas nenhum deles foi explorado muito a fundo, e isso colaborou para a frustração toda, ainda mais com a expectativa que eu tinha com o nome JAMES PATTERSON. Bom, eu tenho algumas teorias sobre isso, mas não vou falar delas aqui, hahaha. O que importa é que acho que é tudo culpa da tal Gabrielle, que escreveu em conjunto com ele o livro, e deixou tudo meio bizarro.

A vontade de ler o ‘Dom’ não foi despertada e agora, que ele já foi lançado, não pensei nem em comprá-lo ou pedir para resenha, já que sei que não lerei tão cedo, afinal, não estou realmente curiosa. Para mim foi realmente uma frustração, mas vi algumas falando muito bem, então, quem sabe você não curte?


Beijos

15 de outubro de 2013

Blábláblá - Aqueles que escrevem fácil

Eu faço jornalismo e sou apaixonada pela profissão. Sim, eu sei que em breve eu terei que dar adeus aos feriados, aniversários, finais de semana e -ó Deus- passar o Natal dentro de uma redação, esperando alguma coisa importante acontecer. Então, é o seguinte. Eu queria mostrar um pouquinho esse lado e apresentar um pouco do que eu faço. A Blábláblá será uma coluna para postar aquilo que eu gosto de fazer: Escrever. Eu já tinha postado dois textos aqui antes, mas agora é oficial, agora é uma coluna! ~Fogos de artifício colorindo a página~
Então, lá vai! Espero que tenha paciência para ler tudo!


Você está lá, naquele ônibus apertado, às 17h30, e vê aquela pessoa que não para mais de escrever no celular. “Claro”, você vai pensar, “está no Facebook, maldita rede social, ou mandando mensagem de texto”. Mas não caro amigo, você pode estar de cara com a rara espécie daqueles que escrevem com facilidade.

Tem gente que começa a escrever e não para mais, a criatividade rola solta e o papel falta. Vai escrevendo pelo cantinho, vira a página, usa setinha e asterisco. É aquele tipo de gente que se inspira com qualquer coisa que vê na rua e, num guardanapo, no bloco de notas do celular ou até mesmo - Porque esse tipo de pecado Deus perdoa – na última página de um livro, sai rabiscando aquilo que para nós -ou pelo menos para mim- é algo incrível. Começa aquele texto engraçado, natural e leve que te tira risadas ou reflexões, daquelas bem profundas.

Você não encontra essa espécie em qualquer lugar, eles são difíceis de achar. Ou melhor, eles podem até estar por todo o lado, mas deixam para usar toda sua genialidade em casa, relaxando, sem a pressão dos olhares curiosos. Eles veem algo num jantar de família e isso já rende textos hilários, depois voltam para casa no trânsito - e que ótimo lugar para se inspirar! -, começam a fazer anotações, que logo se transformarão em algo lido por muitos e que será admirado.

Eduardo era um desses que escrevia como ninguém, ele ficava calado, só observando a movimentação das pessoas e criando tudo que falaria para complementar a crônica genial que ele escreveria logo, logo. Não era dos que se gabava do dom, era um dos típicos: mantinha um blog na internet, com diversas visualizações e sem revelar a sua identidade. Afinal, não queria ninguém "exigindo" temas para as suas próximas crônicas. Malditos fãs.
Até que ele conheceu Julia, uma aspirante a desenhista. Julia desenhava pessoas e paisagens com uma facilidade que faria inveja a muitos. E fez. Fez inveja a Eduardo. Seu dom de escrever sempre fora suficiente, mas nada como os traços de Julia! 

- Como você faz isso? - Ele perguntou um dia.
- Não sei... Só sai. - Julia, sempre tímida, respondeu, enquanto voltava a desenhar o rosto de Eduardo. - Agora fica quieto de novo, você fala tanto quanto escreve. -

Ele suspirou e fez que sim, voltando a observar enquanto ela desenhava. Então percebeu que era como ele, não importava o quanto os outros tentassem e pedissem, ela desenharia tudo o que queria bem, mas nada mandado. Julia e Eduardo. Eduardo e Julia. Cada um com seu dom, eram amigos e tentavam ao máximo passar um pouco do que podiam ao outro.

Anos se passaram, como era de se esperar, Julia e Eduardo se transformaram em Ju e Edu, um pertencendo ao outro. De mãos dadas, Eduardo pegou a mão de Julia e desenhou um anel no seu dedo anelar.
- Casa comigo? - O escritor perguntou, enquanto olhava aquele anel tão mal feito no dedo da desenhista. Ela riu e nada disse. Roubou a caneta da mão dele e, com a mão trêmula como nunca tinha ficado, escreveu na palma do escritor: Sim.

Um sim tremido. Como sempre seriam suas escritas e os desenhos de Eduardo.

8 de outubro de 2013

Top 5 - Livros que mexem com a gente

Olá olá olá!
Bom, nessa tentativa de rehab de blogueira, decidi começar a postar essa Tag pelo menos 2 vezes por mês. É como já vi no Garota It e em outros blogs também, e espero que vocês gostem! Ah, claro, também aceito ideias de temática para as próximas.
Bom, tem livros que a gente gosta muito de ler, tem livros que nos mudam de alguma foram e tem aqueles que mexem com a gente. Acredito que esse mexem seja algo entre os dois. Já gostei demais de ler vários livros e posso contar nos dedos aqueles que me mudaram pra valer, então esse meio termo são aqueles livros realmente especiais, mas que não sentimos ciúme na hora de indicar, rs.

1. A Menina que Roubava Livros - Markus Zusak


Acho que esse livro entra para a lista também daqueles que dispensam apresentações. Mas falar sobre ele, ao mesmo tempo, é muito gostoso... Ele foi o último livro que eu consegui reler, e isso faz mais ou menos uns 2 anos. Eu sempre amo livros sobre a segunda guerra e esse foi o que começou essa paixão toda, com Liesel, seus "pais" e claro, com a narração da dona Morte.

Além de tudo, a dica é boa! O filme será lançado em janeiro e você, caso não tenha lido ainda essa obra de arte, ainda dá mais do que tempo! Se joga. Aproveita e dá uma olhada no trailer aqui embaixo. 


2. Quem é Você, Alasca? - John Green

Ta aí, John Green não poderia deixar de aparecer no meu Top 5 de jeito nenhum, mas eu ainda fiquei muito na dúvida se colocaria ou não, porque ele foi daqueles que mexeu DE VERDADE, mas cheguei a conclusão de que não me mudou, já que não rolou uma identificação tãaao grande com os personagens. Alasca é impulsiva, louca e até certo ponto, irritante. E Miles, o protagonista (Seria mesmo?), era meio chato, apesar de estar em busca do seu Grande Talvez. Acho que foi isso, essa busca, que mexeu comigo. Não foram os personagens, tão pouco os acontecimentos -que, ok, me fizeram derramar algumas lágrimas- que me marcaram. O livro deixou bem claro que você não deve ficar parado, vendo a vida passar, deve ir em busca de algo, mesmo que não saiba exatamente o que isso é.



3. Um Amor pra Recordar - Nicholas Sparks


Eu amo Nicholas Sparks, sempre choro com os livros dele, consegui a senha para o autógrafo e não consegui autografar. Mas isso é assunto para um post carregado de rancor, e é essa não é a hora. Pois é, eu sempre choro, mas nenhum me fez chorar tão compulsivamente quanto esse, ainda mais sabendo já perfeitamente o final, porque o filme sempre foi o meu favorito. A mensagem dele é simples, mas o livro mexeu comigo, mesmo. Tocou meu coração de verdade. Cada página lida era amada e adorada, era estranho, mas a leitura desse livro foi absolutamente deliciosa, mesmo com toda a sua tristeza. Vale a pena para os que gostam muito de romances, muito mesmo.



4. Garotas de Vidro - Laurie Halse Anderson


Saindo um pouco da linha dos romances.... Garotas de Vidro é arrebatador. Eu sabia que seria um livro bem forte e até um pouco chocante, mas não esperava todas as sensações que ele me trouxe. Cheguei a ficar preocupada com meu bem estar durante a leitura, de verdade, rs. A história fala de Lia, uma garota que sofre de anorexia/bulimia e ainda "pratica" cutting (se corta), e em certos momentos eu mal conseguia comer, por ter entrado tão de cabeça na leitura. As cenas de corte me deixavam arrepiada e enjoada. Foi tudo muito real, as vezes até assustador. Mas quando fechei o livro, terminando-o, soube que aquela era uma autora genial e que o livro ficaria realmente marcado na minha memória.


5. Percy Jackson e o Último Olimpiano - Rick Riordan


E agora é a hora em que eu posso ouvir Caíque e Gabriel comemorando. Sim. Mexeu gente, mexeu muito comigo. Chorei, ri e me apaixonei ainda mais pela série. Com a vantagem de saber que teria mais depois <3 Eu não podia deixar de colocar ele aqui. Já que realmente Percy Jackson foi muito importante, mesmo que eu tenha lido há tão pouco tempo, rs.






Espero que tenham curtido! Deixem aqui, se quiserem, o livro que mais mexeu com você também!
Beijos,

29 de setembro de 2013

Resenha - O Julgamento de Gabriel

O Inferno de Gabriel (você pode ler a resenha aqui) me deixou completamente encantada com a quantidade de cultura italiana contida nele. Pedi O Julgamento de Gabriel ansiosa por ter mais disso, em busca de mais conhecimento da cultura que eu tanto amo e, infelizmente, me decepcionei. Nesse quesito.

Gabriel e Julia estão juntos e felizes, finalmente, porém, junto com uma série de coincidências (e isso sempre me chateia), o Comitê Disciplinar da Universidade recebe uma denúncia sobre o relacionamento dos dois. Então, a maravilhosa pseudo lua-de-mel dos dois acaba por aqui.

O livro manteve seu tom sensual e doce nas falas. O relacionamento entre o casal protagonista ainda é muito intenso e dá pra ver o amor grande entre eles, maaaas, com essa denúncia, Gabriel se sacrifica e assume que ele é quem assediava Julia, enquanto os dois ainda eram professor e aluna.

Nesse livro conhecemos melhor Paulina e tudo que ela é capaz de fazer, além de outro lado de Gabriel. Um homem que se mostra bem mais amadurecido, com vontade de mudar e ser uma pessoa ainda melhor. A partir daqui é complicado falar de umas coisas, mas, para falar de um ponto crucial pra mim, preciso contar: Eles passam algum tempo separados e, neste meio tempo, ao contrário de Gabriel, Julia se mostra infantil, dependente e chata.

Não consegui engolir ela enquanto vivia suas tristezas (É aquela tal da maldição do segundo livro, certeza que vocês já conhecem, hahaha), ficava reclamando e xingando e sendo a mocinha chata, enquanto via tantos esforços de Gabriel para crescer.

Porém, o desfecho não deixou a desejar. Com um fim já ao estilo de Sylvain Reynard, fiquei apaixonada nas últimas páginas e desejando, sim, o último livro da série. Espero que seja lançado logo e, principalmente, que não me decepcione como O Julgamento de Gabriel fez. Vamos torcer.

Beijos

19 de julho de 2013

Resenha - A Sombra da Lua

As vezes eu tenho medo de escrever resenhas de alguns livros, pois o final as vezes me influencia demais, tanto pra gostar mais, ou menos, de alguma história. Esse foi o caso de A Sombra da Lua pra mim. Assumo que nunca li um suspense como esse, de assassinato, desses estilo James Patterson e Cia, e por isso, considerem minha resenha uma de uma pessoa “leiga no assunto”, falando totalmente pela própria opinião. Porque é isso mesmo.

Iniciei a leitura meio pressionada, ele estava aqui há muito tempo! Muito. Mesmo. Coisa de mais de ano. E veio de parceria ~Quão irresponsável eu consigo ser?~. Pois é, comecei a ler e me envolvi completamente na história, fascinada com a descoberta de um gênero nunca antes explorado por mim e que parecia que ganharia um lugarzinho especial no meu coração, até que tudo começou a ser meio confuso, e eu comecei a me achar burra ou sei lá.

Virgil Flowers é um detetive da Divisão de Homicídios e foi chamado para uma cidadezinha, para ajudar o xerife local a resolver um assassinato. Assim que ele chega, dá de cara com uma casa pegando fogo, daqueles incêndios gigantescos. Incêndio esse que já vimos antes, no primeiro capítulo do livro, narrado pelo “Lunar”, o grande assassino da história. Logo conhecemos o xerife Stryker, que é melhor amigo de infância de Virgil, e sua linda irmã Joan, por quem Virgil fica de quatro, rs.

Inúmeros outros personagens vão aparecendo na história, como Jéssica, Big Curly e Little Curly, o jornalista Williamson, etc etc etc. Judd era o dono da casa incendiada, e o assassinato que Virgil tinha ido resolver era o dos Gleason, os dois acabaram sendo ligados e as investigações começaram. É complicado falar de um livro de suspense, pois tudo é muito interligado! E talvez isso tenha me deixado meio confusa. E por me sentir tão confusa, me senti muito burra. O problema é que não sei se sou “mentalmente desprovida” mesmo, para ler suspenses, ou se foi a narrativa mesmo.

Tentei ler com o máximo de atenção possível adorei tudo, os personagens são todos ótimos, Virgil é encantador. O problema é que acho que tudo foi muito focado nele, não vi desenvolvimento demais nos outros, que pudesse me fazer ter suspeitas ou boas surpresas com o fim! Fim este que me deixou meio ‘bléh’, é bom? Sim, ok. Mas nada que tenha me feito ficar fascinada com a história ou com o gênero.


A história fascinou por si só e se terminássemos sem um assassino talvez eu tivesse ficado mais satisfeita com o que foi feito do que como acabou. Aí volto ao início: Será que o final influencia tanto assim? A história, sozinha, é muito boa! A busca pela resolução, os personagens, as pistas, como tudo funciona... Tudo maravilhoso, mas chegou ao final e só pensei no quão corrido foi tudo e em como outros personagens poderiam ter sido melhor explorados.

Beijos

4 de julho de 2013

Resenha - A Livraria 24 horas do Mr. Penumbra

A Livraria 24 horas do Mr. Penumbra foi uma experiência de leitura muito excitante. Há tempos eu não lia algo que me prendesse tanto e com elementos que estão tão presentes no meu dia-a-dia. Geralmente, amo um livro que me traga novidades, que me surpreenda com mitologias diferentes, com seres sobrenaturais, ou mesmo romances fofos, os quais eu não vou passar por. Mas, Mr. Penumbra me trouxe algo totalmente novo, com coisas com as quais eu convivo o tempo todo.

Os elementos são: Livros, bibliotecas, computadores, leitores digitais, Google, programação, busca por emprego e enfim, um certo fracasso por não chegar “lá”, seja lá onde “lá” for. Tudo isso conseguiu formar um dos livros mais legais que já li, sem dúvidas! Eu só conseguia dizer o tempo todo: “Como eu amo esse livro, como eu amo esse livro!” e é isso aí, rs. Então, vamos lá?

Clay é designer, estava começando a fazer um certo sucesso criando toda a imagem de uma lanchonete, quando tudo foi pelos ares, e ele teve que encontrar um novo emprego. Então é quando ele vai parar na Livraria 24 horas do Mr. Penumbra, e, por favor, que livraria funciona 24 horas? Que clientes iriam no meio da madrugada procurar um livro? Bom, você se surpreenderia. Haviam poucas regras: Clay não podia, em hipótese alguma, tocar nos livros do ‘Catálogo Pré-Histórico’ e tinha que anotar todos os detalhes possíveis de casa cliente que fosse lá pegar um livro. Clay pegou o horário da madrugada.

Clientes estranhos começaram a aparecer, devolvendo livros que ele não fazia idéia de que existiam e muito animados com o novo livro estranho que pegaria. Todos eles do tal do Catálogo Pré-Histórico. Então, para matar o tempo dentro da livraria sem tanto movimento, Clay começa um projeto de montar a livraria em 3D no computador e mostrando uma linha do tempo em que mostra a ordem em que os livros foram pegos por cliente “tal”. Pois então, é no meio deste projeto que Clay conhece Kat, uma garota-gênio, que trabalha no Google, e conserta alguns probleminhas da sua “Livraria 3D”. Daí que os mistérios começam a aparecer.

Clay descobre toda uma sociedade secreta por trás daquela livraria e algo que roda todo o mundo. O livro te promete algo, você fica encantado e quando lê, a coisa supera tudo que você poderia imaginar! É complicado contar o que acontece a partir de agora, porque tudo se torna spoiler, mas posso garantir que é surpreendente! O livro te prende e te deixa com vontade de ler uma página atrás da outra, sem parar, precisando descobrir o que vem a seguir!

Viagens, perseguições, Google, nerdices, mistérios, uma pitadinha de romance, nerdices, personagens engraçados, livros, mais nerdices! Como não amar A Livraria 24 horas do Mr. Penumbra? É daqueles livros que você sabe quem tem que ler, quem irá gostar tanto quanto você e você não sossega até que a pessoa leia <3. Ah, como eu queria uma continuação, não que precise, ele fecha direitinho, nos deixando só com vontade de quero mais... Só que é tanto livro ruim ai com 354 livros de continuação, que me frustra ver livros maravilhosos sendo únicos, rs.

Então, se você curte nerdices, dar risadas, ficar apaixonado por um livro e se satisfazer com o final... A Livraria 24 horas do Mr. Penumbra é pra você ;) 

22 de junho de 2013

Resenha - Belle

Olá pessoal! Antes de começarem a ler a resenha, quero avisar que ela não foi escrita por mim, e sim pela Sthefany, que é uma amiga minha e gosta tanto de ler quanto eu! Então, pode ser que eu apareça de vez enquanto com algumas resenhas dela aqui pra vocês, ok? :) Espero que curtam!                           


 

Oi pessoal! Meu nome é Sthefany, mas podem me chamar de Fany. Sou otome (fã de anime e cultura oriental). Escrevo músicas, canto, atuo e danço. Gosto de K-pop e Rock. Amo doces e ler é um vício pra mim. E meu sonho é ser uma cantora e uma atriz famosa. Espero que gostem da minha pessoa! ^-^

Belle é um livro da autora Lesley Pearse, lançado aqui no Brasil pela novo conceito, que conta história de uma linda garota de 15 anos, que mora na Inglaterra junto com sua mãe, Annie. Mas foi criada por Mog, empregada de onde ela vive, que por sinal é, acreditem ou não, um bordel. Porém, Belle não faz ideia do que acontece nos andares de cima ao cair da noite.

Um dia, ela conhece um garoto (mega fofo) chamado Jimmy e eles se tornam amigos. No dia seguinte, Belle resolve, junto com Mog, arrumar os quartos das meninas, e ela se encarrega do quarto de Millie. Porém, acaba adormecendo lá e, quando acorda, para sua surpresa, Millie está entrando no quarto com um homem. Belle, morrendo de medo e vergonha se esconde em baixo da cama e vê tudo o que acontece por lá (Não vou falar o que acontece porque é meio nojento) e esse homem acaba matando Millie. Assustada, ela corre do quarto pedindo ajuda a todos e o homem foge.

            No dia seguinte, ainda muito abalada, Belle conta tudo para Jimmy, mas acaba não voltando para casa, pois o homem que havia matado sua amiga Millie a captura e a vende para uma casa de prostituição, e assim ela vai passando de lugar em lugar para sobreviver até poder finalmente voltar pra casa.

 O livro é bom e relata bastante a realidade de meninas que são vendidas por pessoas sem coração que estão nesse ramo sujo. Acho que a autora deve ter pesquisado bastante sobre isso, porque ela retrata com clareza (até demais, admito que fiquei um pouco surpresa e intrigada) tudo o que acontece tanto na venda, quanto dentro dos quartos dos bordéis.

O que eu achei mais legal foi a riqueza de detalhes, e como cada coisa no livro parece ter sido bem pensada. A começar pela capa, que sendo a própria Belle, você visualiza aquela menina linda de cabelos negros olhos azuis e boca carnuda o decorrer todo da leitura. (Que é um feito e tanto para leitoras que, como eu, SEMPRE se imaginam dentro da história)
No livro também conta como Annie, mãe de Belle, conseguiu a casa onde ela é a “patroa”: Era de uma condessa que administrava a casa, e Annie era sua “empregada” (não quero dizer o nome técnico porque dá a maior peninha...) favorita. Mog tinha a função de sempre e ela ajudou a esconder que Annie estava grávida, se não a condessa poderia demiti-la. Quando a condessa morreu, deixou a casa para Annie, que continuou com o negócio do bordel.


Apesar do livro ser beeeeeeeeem grosso. Vale muito a pena o ler até o final. Eu adorei a história do inicio ao fim. Você consegue sentir todas as emoções e dramas que Belle passa e começa a refletir sobre as meninas que sofrem desse mal nos dias de hoje e sinceramente, eu passei a valorizar mais as “chatices” e preocupações da minha querida mãezinha. SUPER RECOMENDADO!

15 de junho de 2013

Tag - Alfabeto Literário

Ooooooolá pessoal! 
Nossa, sumi de novo, né?! Eu tenho percebido que realmente gosto muito daqui e mais ainda da falta de obrigação de postar a cada dois dias, ou pelo menos toda semana. Ler por vontade própria, sem ter que ficar focada em ler só o que é de parceria pra correr com resenha... Ler por ler, ler por amor aos livros e pelas histórias. Eu tenho sido feliz assim sabe? Era bom ter vários parceiros, vários livros que eu queria chegando de graça? Era, muito. Mas nada compra o gosto com o qual eu paro em frente a estante e posso me perguntar "O que eu leio agora?" sem ter o peso de vários livros de parceiros me olhando feio. Ainda os tenho, mas nada como antes. 
Bom, vamos a Tag?

Ela foi indicada pela Gabi, do Livro, filme e cia. As regras são as seguintes:

- Você deve escolher 5 letras do alfabeto (no máximo para o post não ficar muito grande), podendo ser aleatórias ou seguidas, e mandá-la para cada blog que você escolher, uma sequencia.
- O blog que receber a tag, deverá escolher 5 livros que comecem com as letras que foram indicadas.- Artigos não contam. Ex.: "O mundo acabou". O artigo "O" não conta como letra "O", ou seja, o que vale são as letras da palavra secundária, nesse caso, a letra "M".- O número de blogs e letras depende de cada um.- Na ausência de livros com TODAS AS LETRAS, o leitor poderá fazer sua própria listinha de 5 livros.- Para participar da tag, você deve ter sido tagueado ok?!

A Gabi me deu as letras A, F, I, M, P e eu escolhi livros só entre os que já li, achei que ia ser um desafio maior, hahahaha.


Para A, eu escolhi Amante Desperto, da série A Irmandade da Adaga Negra. É um livro que me conquistou demais, ele é imenso e mesmo assim daqueles que deixam a gente vidrado, sem conseguir tirar os olhos das páginas. Cada ação, cada descoberta e fala me deixava sem fala. 
Mas sabe como é essa série... A cada um que a gente lê, ele vira nosso favorito, hahaha. Como parei nesse -por enquanto- é meu livro favorito da série, e esse o meu guerreiro favorito também s3 Zsadist






Para a letra F, escolhi Feios, da série... Feios, rs. É o primeiro livro da série e não me deixou tão apaixonada quanto vejo a maior parte dos fãs da série por aí, mas depois da metade do livro, consegui me conectar com a história e aproveitá-la. 
Espero que os próximos melhorem! Apesar de não ter nem pensado em ler Perfeitos ainda, mas lerei... lerei, haha



Para I, eu escolhi O Inferno de Gabriel, que eu mal tenho palavras para descrever! Ele foi tudo que eu não esperava e muito mais! Eu amo tudo relacionado a Itália, e o livro me presenteou com muita cultura, textos, poemas e enfim, a língua que é a mais sexy de todos os teeeeempos! Ah, como eu amo a Itália s2. Além das cenas picantes de muito bom gosto, que não nos envergonham e são muito bem escritas ;)






Para letra M, escolhi A Música que mudou minha vida, que com certeza é um dos livros mais engraçados que já li! Eu não tenho ele físico, li pelo pc e amei *-* Cada página era uma gargalhada, com a história de Audrey sendo perseguida por todos, por causa da música que seu ex-namorado fez assim que eles terminaram! É um livro daqueles que eu recomendo para todo mundo, sem exceções *-* Além de ter uma capa linda e colorida, que é algo que eu amo demais. Chama atenção e não decepciona ;).





E, finalmente, a letra P. O livro escolhido foi Um Porto Seguro, do Nicholas Sparks, que eu achei um dos melhores livros dele. Apesar de não ser tão trágico quanto os outros, mas estar dentro da mesma fórmula, ele mexeu de um jeito diferente comigo e me deixou ainda mais encantada com as histórias escritas por ele. 
Não sei bem o que foi que teve esse diferencial, e talvez não tenha sido nada especial, mas com certeza foi um livro e tanto! Mas é claro, sendo Nicholas Sparks, só recomendo para os extremamente românticos, rs.


Eu não vou indicar ninguém, aehoaiehaoeihaeoihae. E como precisa ser indicado, pra poder ter as letras, caso você queira responder essa tag no seu blog, deixa um comentário, que eu comento no seu com as letras, ok?
Espero que tenham gostado! 
Beijos


28 de maio de 2013

Resenha - Meu amor, meu bem, meu querido

Existem duas coisas que podem acontecer quando você lê um livro sem se lembrar da sinopse. 1- Você se apaixona pela história, que descobre aos poucos, sem saber pelo que esperar. Ou 2- Você se frustra como que acontece e se arrepende de ter lido sem saber bem o que ia encarar pela frente. Eu ainda não decidi muito bem o que aconteceu comigo, pois queria muito mais aprofundar no romance, mas me vi imersa em um mundo de velhinhos nada fofos e muito divertidos, com uma garota querendo superar um amor, ou uma obsessão.

Meu amor, meu bem, meu querido, te passa de cara uma imagem de romance gracinha. Só lembrava que tinha um carinha mau na história e que a Garota Calada –Ruby- estava saindo com ele. Me identifiquei muito com a personagem principal no início, que não sabe ser quem ela verdadeiramente é na frente das pessoas e que acaba se tornando pessoas diferentes quando está com um ou outro. Ô tristeza. Não é falsidade, é não saber como agir e tentar se adaptar.

Pois bem, Ruby começa a sair com Travis –o garoto mau- e ele é daqueles viciados em adrenalina (só pode), ele começa a levá-la para pequenas aventuras por achar ela uma garota corajosa, afinal, ela age assim na frente dele. Os dois começam a sair juntos, até que em uma aventura um tanto exagerada de Travis, Ruby percebe que não é aquilo que ela quer. Sem saber como se livrar daquela paixão toda por pelo carinha mau, Ruby acaba contando para a mãe sobre ele, sem dar detalhes, e, para ajudá-la, a mãe começa a levá-la para o Clube do Livro que ela organiza: As Rainhas das Caçarolas <3. E é a volta delas que a história gira.

Durante a leitura de um livro, as outras integrantes descobrem que Lilian –uma das rainhas, que sofreu um derrame- é a personagem principal daquela história que estão lendo. Nunca haviam acreditado nela, mas, após o contato com o autor, a mãe de Ruby percebe a verdade, conta para elas, e todas decidem que devem ajudá-los a ficar juntos. O problema é que as filhas de Lilian colocaram-na em uma casa de repouso. Claro, teriam que sequestrá-la.

A partir daí a aventura só aumenta, um grupo de velhinhos, a mãe de Ruby, a própria Ruby e Chip Jr., seu irmão mais novo, entram em uma aventura incrível para fazer Lilian ter o seu final feliz. Mas essa história é muito mais do que apenas para ajudar Lilian, serve também para tentar fazer com que Ruby tente esquecer Travis, o que se mostra uma tarefa muito difícil. Ainda conhecemos também o pai de Ruby e Chip Jr., que foi o “cara mau” da vida da mãe de Ruby, e que a motiva ainda mais a querer esquecer Travis.

Queria um romance. Queria um mela-mela que me fizesse suspirar. Sim. Porém, amei a história de amor de Lilian e Charles, toda a aventura, e o espírito feliz e familiar que o livro te passa. O final é esperado e, conforme você continua a ler, percebe o que irá acontecer, porém, o ritmo de leitura não se perde em momento algum. Amei. É uma leitura mais do que recomendada para os que querem se surpreender (Agora não vão mais tanto, maaas... hahaha) e se aventurar.

Ah! E como conta a história de um clube de leitura, no fim ainda vem com um guia para clube, com questões a serem discutidas, e atividades: Coisas como criar seu próprio clube da leitura, descobrir uma história digna de livro dentro da sua família e coisas do gênero. Achei muito criativo!

Foi meu primeiro livro da autora, Deb Caletti, e não me arrependo! Recomendado ;)